Fortalecimento de Juventudes

GT de Juventudes do Bico do Papagaio /
APA Tocantins
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Foto: Acervo Reinvento / Luciana Pinto
Fortalecer coletivos juvenis, sejam do campo, da floresta ou da cidade, em suas habilidades de gestão é sempre uma experiência marcante, que nos tira de nossa zona de conforto e nos convida a repensar muitos aspectos, de nossa prática.
Foi assim na consultoria em avaliação e planejamento ao Grupo de Trabalho das Juventudes Rurais do Bico do Papagaio (GT de Juventudes Rurais do Bico), que atua em parceria com a Alternativa para Pequenos Agricultores no Tocantins (APA - TO), Apoiado pela organização da Cooperação Internacional Alemã Misereor.
Além da revisão do percurso anterior, o encontro, realizado em fevereiro de 2023, oportunizou também uma dimensão de expectativa, através da construção de um planejamento, de onde se extraiu as principais linhas diretrizes para o GT em sua caminhada nos próximos três anos.
A busca foi por ampliar os espaços de participação das juventudes, juntando dois perfis de juventudes, totalizando 24 participantes. De um lado, uma turma mais antiga, com perfil de liderança mais consolidado. Ao seu encontro, caminhavam àquelas e aqueles que, migrando da adolescência para a juventude, se encontravam ávidas e ávidos por aprendizados e oportunidades de experimentar práticas concretas de participação social.
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Mas o encontro começou bem antes de chegarmos às margens do Rio Araguaia, em Augustinópolis, Tocantins. Começou com um processo preparatório onde as e os jovens se engajaram de forma plena, ajudando a pensar mobilização, sensibilização, coleta de informações prévias das e dos participantes, e até mesmo organizando a logística do encontro, mediadas por nosso acompanhamento a partir de reuniões virtuais preparatórias.
Já na dinâmica presencial, o ponto de partida foi uma leitura de conjuntura participativa, onde foi possível ancorar e gradualmente afunilar a reflexão, buscando entender como o contexto sociopolítico do país interferiu na realidade das comunidades rurais do território do Bico do Papagaio. A partir daí entender os avanços do GT das juventudes em sua trajetória, suas dificuldades, e que foram articuladas às expectativas de quem estava chegando, qual a leitura que se tinha do papel deste GT no fortalecimento das lutas das juventudes, que culminaram na definição e detalhamento de quatro grandes eixos de ação: organização; formação; agroecologia e comunicação.




