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Estudo de 
Viabilidade

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Jovens negras no mercado de trabalho
TDH Alemanha

Entre setembro e dezembro de 2023, realizamos o Estudo de Viabilidade do projeto: Rede Multiatores MUDE com Elas para a promoção do direito ao trabalho decente de jovens mulheres negras no Brasil, cujo início foi previsto para janeiro de 2024

O projeto teve apoio do Ministério da Cooperação e Desenvolvimento Alemão - BMZ e é executado em co-gestão entre Terre des Hommes Alemanha, Ação Educativa e CEERT, em São Paulo. Para a realização do estudo estabelecemos uma parceria com a consultora independente Gabriela Monteiro, que abrilhantou o trabalho trazendo potência e qualidade na interação com os públicos acessados, além de trocas de extrema relevância sobre as questões de gênero e raça, que neste caso foram elementos centrais. 

Mais que uma exigência do financiador, o estudo também será um importante aliado ao planejamento e ao monitoramento do projeto, já que antecipa lacunas, aponta a capacidade de mitigação de riscos, assim como as potencialidades no projeto e em seus operadores. 


Além de uma metodologia participativa, que se abriu à escuta dos diferentes sujeitos envolvidos no projeto, primamos pela criação de oportunidade para ouvir as próprias jovens mulheres, quanto a suas limitações, potencialidades e entendimento sobre a importância de uma iniciativa como esta.  O processo contou ainda com uma vasta revisão documental, e análises e sínteses pautadas nos critérios da OCDE-CAD (relevância, eficácia, eficiência, sustentabilidade e impactos).


A pluralidade de vozes alcançada foi primordial para responder ao objetivo geral do estudo de viabilidade em investigar o ambiente contextual do projeto e as suas oportunidades e riscos, a fim de coletar informações para subsidiar recomendações concretas para melhorar a proposta do projeto, incluindo seus objetivos, estratégias, medidas e atividades.


A análise dos dados coletados em campo repousaram no suporte ofertado pela categoria interseccionalidade, calcada no pensamento feminista negro da Dra. Carla Akotirene, estrategicamente adotada como parte do referencial teórico-metodológico, para tratar a indissociabilidade estrutural do racismo, capitalismo e cisheteropatriarcado, de onde partem os percursos identitários em que as jovens mulheres negras periféricas são repetidas vezes afetadas, em decorrência do cruzamento e da sobreposição de gênero, raça, classe, geração e território. 

Foto: Acervo Reinvento / Luciana Pinto

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